...Hoje vou contar a história de um filme que foi um dos maiores sucesso de bilheteria do ano e por sinal a história faz um bom questionamento: Um amor a distância sobrevive? Esse foi dirigido por Nanette Burstein onde Drew Barrymore (As Panteras) e Justin Long (Arraste-me para o inferno) Eles vivem o casal Erin e Garrett, isto é cada um vive em estados diferente, este é o dilema de viver seu relacionamento. O roteiro do filme é muito bom e bem balanceado com os momentos da comédia... Para quem já viveu isso sabe que o amor é complexo e não tem lógica nos sentimentos, pode haver muito sofrimento e sentimentos. Mas o trabalho foi muito bom o filme tinha um humor aceitável, apesar da enxurrada de palavrões que foi mostrada de uma forma bem natural.
...No entanto a trilha sonora com a característica própria foi uma delícia. Incluindo as locações clássicas fez parecer que cada música estava no lugar certinho. O figurino da personagem Drew Barrymore foi capaz de nos dar muitas dicas do que usar no dia a dia, até mesmo num jantar a dois. Sabemos que muitos homens não gostam de mulheres tão produzidas e maquiadas em excesso, mas podemos assim fazer um estilo básico mas bem moderno. Né verdade? O estilo de Drew foi mais despojado e madeixas inspiradas no universo do surf, e já antecipou algumas para a próxima estação, ela também nos fez prestar atenção em seu visual.
...Entretanto Amor a Distância conseguiu divertir e emocionar todos da plateia. Tanta graça, sintonia e muita química entre os protagonistas. Sabia que os dois atores vivem uma relação amorosa na vida real? Pois sim! Eles são casados!... Os filmes abusam dos clichês, das comédias românticas, por outro lado a internet usa para criar clima de namoro tecnológico para suprir barreiras a distância, mas os filmes não vão mas fundo que isso, não faz ninguém debulhar em lágrimas com nenhuma história de amor emocionante, uma comédia faz o espectador gargalhar, leva o tempo inteiro e tem sempre um bom final, eu diria "fofura"
Beijinhos!!!...
Lindo e abençoado sábado para todos vocês.





















![Foto: Período Republicano
Segundo Oliveira (2006), desde que ocorreu a fixação nas áreas mineradoras da região de Ouro Preto, final do século XVII e início do XVIII, a cidade teve várias imagens. De um local que "exalava conflitos", no dizer do Conde de Assumar, governador da Capitania das Minas no século XVIII, até a de uma capital que dificultava a modernização do Estado no início da República. O início da ocupação do espaço urbano de Ouro Preto ocorreu com a formação de arraiais mineradores isolados (Ouro Podre, Taquaral, Antônio Dias, Pilar). A consolidação urbana e a presença efetiva da Coroa portuguesa se deu somente em meados do século XVIII com a construção dos Palácio dos Governadores (atual Escola de Minas), pelo engenheiro-militar José Fernandes Alpoim e dos arruamentos ligando os referidos arraiais.
Entretanto, em 1897, a mudança da capital para Belo Horizonte provocou um esvaziamento da cidade (cerca de 45 por cento da população) e acabou inibindo o crescimento urbano da cidade nas décadas seguintes, fato que contribuiu para preservação do Centro Histórico de Ouro Preto. Naquele momento, Ouro Preto era vista pela elite mineira como símbolo do atraso e a construção de Belo Horizonte também representou o ideal republicano de Thais Fidelis modernização. Entretanto, também havia partidários da permanência da capital em Ouro Preto. Estes propuseram planos de revitalização da cidade e destacavam a importância histórica da cidade na conformação de Minas e do Brasil. Com a proclamação da república brasileira em 1889, a velha cidade de Ouro Preto passou a ser vista como um entrave para o desenvolvimento do estado de Minas Gerais, que substituiu a província de Minas Gerais. Foi decidida, então, a transferência da capital estadual para uma cidade planejada, a atual cidade de Belo Horizonte, que veio a ser inaugurada em 1897[8].
As igrejas barrocas e o casario colonial de Ouro Preto só voltaram a ficar evidenciados de forma positiva pelo movimento modernista, na década de 1920. Nesse momento, as obras de Aleijadinho e Mestre Ataíde passaram a ser vistas como manifestações primeiras de uma cultura genuinamente brasileira. O próprio tombamento da cidade faz parte do projeto de construção de nacionalidade brasileira, sendo o primeiro local do país considerado Monumento Nacional.[9] Em 2005, foi alterado o lema inscrito na bandeira da cidade. Segundo os movimentos negros, o lema anterior, PROETIOSVM TAMEM NIGRVUM (traduzido do latim, "Precioso, Ainda que Negro") tinha uma conotação racista. Dessa forma, o novo lema inscrito na bandeira da cidade passou a ser PROETIOSVM AVRVM NIGRVM ("Precioso Ouro Negro")[10].](https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/p480x480/384119_361003237311764_1050903006_n.jpg)



![Foto: Blocos de Ouro Preto
O Carnaval da cidade de Ouro Preto conta com a participação de diversos blocos carnavalescos organizados que sobem as ladeiras da cidade, se reunindo na Praça Tiradentes.
Ouro Preto conta com o mais antigo bloco carnavalesco do Brasil - "O Zé Pereira dos Lacaios", fundado no ano de 1867, que com seus catitões (bonecos gigantes) animam a festa.[1]
Estudantis
Bloco Baú da Xita
Bloco Cabrobró
Bloco do Caixão
Bloco Chapado
Bloco da Forca
Bloco K-lango Doido
Bloco da Ladera
Bloco das Lajes
Bloco do Mesclado
Bloco Monstro
Bloco OuroPirô
Bloco da Praia
Bloco Tutu Maluco
Bloco da Vila dos Tigres
Bloco 69
Outros
Bloco da Diretoria
Bloco Candonguêro
Bloco Vermelho i Branco
Bloco 100 Tambores a Gente Não Sobe!
Bloco Afro Mistura Brasileira
Bloco Saúde Mental - Os Conspirados
Bloco Os Possuídos
Bloco Afro Mistura Brasileira
Bloco Sapa Bicha
Bloco 30 de Fevereiro
Bloco Adro Dum
Bloco Gatas e Gatões
Bloco Jesus Bom à Beça
Bloco Tontão Independente do Álcool
Bloco Balanço da Cobra
Bloco Funerária
Bloco Sai Quebrando
Bloco Território Azul
Bloco Sanatório Geral
Bloco Mamãe já sabia
Bloco Chivrudos
Bloco Bandalheira
Bloco Zé Pereira dos Lacaios
Escolas de samba e cordões
São Cristóvão
Santa Cruz
ESIM
Sinhá Olímpia
Padre Faria
Morro de Santana
Imperial (extinta)
Chapéu Atolado (Escola de Samba mirim)
Princesa Isabel (Escola de Samba mirim)
Cordão Banjo de prata (extinto)
Cordão A Turma dos Batutas(extinto)](https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/p480x480/76498_360998027312285_510901659_n.jpg)

